O terapeuta tem como característica a capacidade de convencimento, propriedade importante no exercício de sua arte. Por vezes, sua mera presença e atenção controlam sofrimentos corriqueiros.
O ato artístico, originário da experiência pessoal e subjetiva de seu executante, é aquele capaz de repercussões empáticas noutros indivíduos.
O ato terapêutico eficiente, gera gratificação em quem a ele submete e, simultaneamente avalia.
O ato terapêutico, objeto da criatividade do executor, é individualizado, empático, mutável e adaptável a cada nova situação.
Reconhecidos por diferentes nomes, terapeutas, constituíram-se presentes em todas as sociedades. Atualmente médicos são legalmente investidos nessa condição
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